Enquanto os rituais de hoje derivam de um processo evolutivo,[90] os eruditos geralmente concordam que Pike e Mackey são os arquitetos da maçonaria atual, seguidos por H. W. Coil, Newton, Duncan, Clausen, Waite, Mellor et. a!. Assim, as raízes históricas não vêm diretamente das religiões pagãs; o ocultismo, em parte, foi imposto à fraternidade.
Por outro lado, discordar de que a maçonaria originou-se diretamente das religiões pagãs não significa negar que os símbolos maçônicos encerram um significado ocultista. As questões principais não são tanto históricas, mas filosóficas: de onde vêm os símbolos maçônicos usados hoje? E, ainda mais importante, quais são as interpretações normativas desses símbolos dentro da confraria? Os limites do presente trabalho exigem um resumo desse tópico, que é ao mesmo tempo abrangente e fundamental. Há uma crescente dominância das interpretações explicitamente ocultas acerca dos símbolos da maçonaria. Albert Pike e Manly P. Hall eram conhecidos como cabalistas e luciferianos,[91] e sua influência é notável nos graus mais altos da maçonaria. Pike declarou que "a cabala é a chave das ciências ocultas" e “todas as associações maçônicas devem a ela [a cabala] seus símbolos e seus segredos”.[92] Junto com a cabala, a maçonaria bebe livremente das fontes da filosofia hermética, do rosicrucianismo, das religiões orientais e da Nova Era. O mais condecorado maçom do mundo, H. V. B. Voorhis, autor de vinte e seis livros, declara que existe um nível da maçonaria - “mais profundo do que a membresia geral compreende” - chamado de maçonaria oculta.[93] O Soberano Grande Comendador Henry C. Clausen promulga “a verdadeira Nova Era” com “nosso altar no Oriente” e a “divindade em todas as coisas”.[94] No Brasil, quase não há exceção à simbologia oculta, existindo centenas de livros que defendem as interpretações cabalistas, alquimistas, gnósticas, teosofistas e espíritas dos ritos e símbolos da maçonaria.[95] Já observamos os nomes atribuídos a Deus (JABULOM, Abadom), a missa maçônica da Semana Santa e certos ritos e juramentos, com suas implicações pagãs. Símbolos como a estrela invertida (pentalfa, sinal comum do satanismo), a serpente, a pirâmide com o olho esquerdo, crânios humanos, o bafomet (cabra de Mendes, deus do Egito) etc. dificilmente são neutros, e muito menos cristãos.[96] Infelizmente, justamente por serem símbolos ocultos, é impossível provar por completo seu significado absoluto sem que se profira outra interpretação.
Com a União Batista da Escócia, concluímos: “Certamente, todo o complexo de idéias inerentes à maçonaria traz semelhanças precisas com o ocultismo, estando em nítido contraste com a pureza e a simplicidade do evangelho, e seria inconsistente com o 'caminhar na luz' do cristão”.[97] Provavelmente, segundo Ankerberg,[98] com o novo misticismo mundial (e sem dúvida no Brasil), a fraternidade e o ocultismo estarão cada vez mais servindo um ao outro - os maçons sendo levados às artes negras, e os ocultistas infiltrando-se e dominando a maçonaria.
CONCLUSÃO
Baseado em sua extensa pesquisa, Stephen Knight - que não é nem cristão, nem maçom - observa o seguinte: "A maçonaria está extremamente preocupada em ter - ou parecer que tem - boas relações com todas as igrejas cristãs".[99] Ele prossegue dizendo que, dentro da igreja, o poder maçônico é tão forte que "a igreja... não ousa ofender ou provocar milhares de leigos influentes e, muitas vezes, financeiramente abastados, investigando as implicações religiosas da maçonaria.[100]
Notamos as evidências de que: (1) é possível obter um conhecimento adequado da filosofia e das cerimônias da maçonaria; (2) a fraternidade é, em todos os elementos básicos da definição, religiosa por natureza; (3) o uso da Bíblia é meramente simbólico, sendo os ensinos reinterpretados conforme qualquer filosofia que o maçom quiser; (4) o vago conceito do G.A.D.U. maçônico é compatível com toda religião; (5) há uma omissão quase absoluta de referências sobre Jesus Cristo, mas não de vários outros líderes religiosos; (6) o homem, bom em si mesmo, torna-se aceitável por sua própria justiça diante do G.A.D.U.; e (7) há elos cada vez mais fortes com o ocultismo, os quais, de fato, saturam os ritos e símbolos maçônicos. Portanto, fica autoevidente que a religião maçônica é ambígua, mas não vazia. E é justamente essa ambigüidade, assim como as religiões sincretistas do Egito, de Caná, da Babilônia da antiga cultura grega e do Império Romano - sempre vistas na Bíblia como falsas e diabólicas - que torna a maçonaria totalmente incompatível com a fé cristã.
Mas o enigma continua. Como cristãos, e até mesmo pastores evangélicos, podem pertencer à loja? Por um lado, "é impossível... manchar os caráteres de tantos maçons ilustres com a adoração ao diabo".[101] Há indivíduos bons na irmandade. E nem todas as lojas e ordens funcionam com a mesma ênfase em seus ensinos religiosos e filosóficos. Por outro lado, uma vez dentro da confraria, é difícil sair. Diante de poderosos membros da sociedade, o cristão maçom faz juramentos solenes de segredos. Pode-se dizer, também, que o cristão geralmente permanece nos graus inferiores, muitas vezes mantendo uma ignorância intencional para aproveitar as ligações privilegiadas.[102] Sem dúvida, muitos cristãos maçons justificam-se com razões sentimentais por se sentirem bem e aceitos na irmandade elite, não fazendo nenhuma reflexão religiosa. Como há outros cristãos na Ordem, ele se engana, evitando as inescapáveis implicações dos ritos, palestras e escritos dos mais adeptos, e explica-se dizendo que, de uma forma ou de outra, está servindo a Deus. Visto de uma maneira mais crítica, ele adora 11m deus falso, cala seu testemunho de Cristo, aceita o fato de que o homem pode salvar a si mesmo, contribui com mensalidades e taxas para cada grau e, assim, colabora tacitamente para a perdição dos outros maçons que precisam da verdadeira luz.
Alva J. McClain, fundador do Grace Theological Seminary, apresenta quatro explicações para o fato de o chamado cristão permanecer na Maçonaria.[103] (1) Ele não entende de que consiste o cristianismo bíblico; para ele, é apenas uma religião sincretista e liberal. (2) Ele não compreende o que é a maçonaria, desconhecendo a filosofia religiosa da confraria (pois há uma extraordinária ignorância dentro do movimento). (3) Alguns cristãos continuam se relacionando com a maçonaria, apesar de entenderem o que é o cristianismo e o que é a maçonaria. Estes ficam sem desculpa, especialmente se forem pastores - caso idêntico ao dos sacerdotes que esconderam seus deuses abomináveis no Templo sagrado em Jerusalém, na visão de Ezequiel 8. E (4) alguns dos chamados cristãos dentro da maçonaria já são apóstatas da verdadeira fé. Apesar de diferenças teológicas, concluímos junto com o catolicismo, as ortodoxias grega e russa e as declarações de muitas denominações evangélicas, que o cristianismo e a maçonaria são, de fato, mutuamente exclusivos.
Profira-se mais uma palavra. Diante do crescimento do ocultismo no Brasil, as igrejas precisam fazer as difíceis perguntas sobre a compatibilidade da maçonaria com a fé bíblica. Os leigos, ao pastor; o pastor, aos leigos. A igreja, diante da denominação; a denominação, perante as igrejas. Como os herdeiros das doutrinas da reforma - sola fide, sola gratia, sola scriptura - podem continuar como as únicas tradições cristãs que não confrontam a filosofia maçônica? É hora de pedir coragem aos evangélicos dentro das lojas para que se desvinculem da maçonaria (2 Co 6.14-17), e isto, com a graça e o testemunho honesto da verdadeira Luz, Caminho e Vida. Ressalvamos que, da perspectiva humana, há indivíduos bons e obras sociais admiráveis na maçonaria. Entretanto, que a estrutura religiosa e filosófica da maçonaria é contrária aos princípios fundamentais da fé cristã, isso é impossível negar.
Sobre o autor: Scott Horrell é norte-americano e foi, durante muitos anos, missionário no Brasil. Formado em Literatura Inglesa, ele aprimorou seus conhecimentos teológicos na comunidade evangélica L’Abri, na Suíça, a qual era dirigida por Francis Schaeffer. Mais tarde, faria o Mestrado em Teologia no Dallas Theological Seminary, nos EUA, antes de ir para Porto Alegre como missionário. Voltaria, então, para Dallas, onde obteria seu título de Doutor em Teologia. De volta ao Brasil, estabeleceu-se em São Paulo, e foi coordenador da Graduação da Faculdade Teológica Batista. Atualmente, é professor do Departamento de Teologia Sistemática do Dallas Theological Seminary.
Publicado originalmente em VOX SCRIPTURAE 3:1 (março de 1993), p.73-100
NOTAS
[1]Mark S. Hoffmann, ed., The World Almanac and Book of Facls, 1992 (Nova Iorque: World AlmanaclPharos, 1991) 549-562; HerbertJ. Rissler, “Freemasonry”, New 20lh-Cenlury Encyclopedia of Religious Knowledge, ed. J. D. Douglas (2a ed., Grand Rapids: Baker, 1991) 341-342. Bobby J. Demott, Freemasonry in American Culture and Society (Lanham, MD: Univ. Press of America, 1986) 289-291, alista 25 grupos afiliados direta ou indiretamente à maçonaria nos Estados Unidos, com um total de 5.444.906 membros. Os dados indicam que a membresia maçônica está decrescendo rapidamente, tanto no nível norte-americano (30% desde 1959) quanto no âmbito internacional (mas não no Brasil) - veja Robert A. Morey, The Origins and Teaching of Freemasomy (Southbridge, MA: Crowne, 1990) 122-123.
[2]Conquanto exista uma pluralidade de origens da maçonaria, especialmente através das guildas (confrarias) dos pedreiros, a partir da Idade Média, em geral reconhece-se que a “maçonaria antiga e aceita” - a forma especulaliva (filosófica) ou simbólica - começou num pub em Londres, no ano de 1717. Quanto à maçonaria logo se tornar o centro da intelectualidade liberal inglesa e européia, veja Margaret C. Jacob, "Freemasonry and the Utopian Impulse", em Millenarism and Messianism in English Literature and Thought 16501800. Clark Library Leclures 1981-1982, ed. Richard H. Popkin (Leiden: E. J. Brill, 1988) 126-148. Quanto a ser uma irmandade exclusiva, o princípio universal (Landmark) n° 18 diz: "Uma mulher, um aleijado ou um escravo não podem ingressar na Fraternidade", em Consliluição, Regulamenlo Geral, Código Penal [ele.] (Rio de Janeiro: Grande Loja do Estado do Rio de Janeiro, s. d.) 39.
[3]Alguns afirmam que as ruas principais do centro de Washington, D.C., foram planejadas com a forma dos símbolos maçônicos: o esquadro, o compasso, a régua e o pentagrama. Cf J. Edward Decker, The Question of Freemasonry (Lafayette, LA: Huntington House, 1992), c/ mapa, 31-37.
[4]Demott, Freemasonry in American Culture, 38. Os maçons dos Estados Unidos gastam cerca de 2 milhões de dólares por dia em atividades filantrópicas (1984). Os membros pagam mensalidades e tarifas pesadas por cada grau.
[5]Na bula In eminenti (1738), o Papa Clemente XII proibiu os católicos de se afiliarem à maçonaria, um antagonismo que continua até hoje, tendo sido repetido por no mínimo mais oito papas. Recentemeute, quando parecia que a Igreja estava se tornando cada vez mais aberta para a maçonaria, a posição tradicional foi reafirmada por João Paulo lI, em meio à descoberta da loja P-2 de Monte Cado, em 1981. Royal L. Peck, "The Pope Uses Masonic Scandal to Stiffen Traditional Stance", Christianity Today 25:12 (26 de junho de 1981) 38-39. Veja Boaventura Kloppenburg, A maçonaria no Brasil. Orientação para Os Católicos (Rio de Janeiro: Vozes, 1956) 266-282; Josef Stimpfle, "Freimaurerei un" katholische Kirche: nach Veroeffentlichungdes neuen Kirchenrechts", Communio 13 (março de 1984) 166-174; e J. A. F. Benimelli, G. Caprile e V. Alberton, Maçonaria e Igreja Católica, trad. por V. Alberton (2a ed., São Paulo: Paulinas, 1983).
[6]Veja J. W. Acker, Strange Altars: A Scriptural Appraisal of the Lodge (St. Loul9: Concordia, 1959) 31, 60. A Igreja Ortodoxa Russa declara: "Todo cristão católico ortodOXI') [que adere à maçonaria]... perde todos os direitos, honras e privilégios de sua membroHln e de seu ofício na igreja". (60) A Ortodoxia Grega condenou a maçonaria em 1;9:U, insistindo que é um sistema reminiscente das religiões ocultistas pagãs. PoliticamOl1ll', II sociedade foi proibida na União Soviética, Polônia, Hungria, Espanha, Portugal! ChlulI, Indonésia e na República Árabe Unida, cf Rissler, "Freemasonry", 341. Hoje, o Irtl li fi ítnico lugar no mundo onde a maçonaria é banida, segundo Venâncio Igrejas, O Gt'l\lIlh_ Comendador do Brasil, em "Maçonaria não casa com ditadura", Ano Zero 2:18 (OU!, 111' 1992) 43.
[7]Citado em The Baptist Union of Scotland, Baptists and Freemasonry (Baptist Church House, 1987; rep. Issaquah, W A: Free the Masons, s. d.) 10.
[8]Grupo de trabalho estabelecido pelo Comitê Permanente do Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra, Freemasonry and Christianity: Are They Compatible? (Londres: Church House, 1987) 40.
[9]Relatório do Comitê de Fé e Ordem da Igreja Metodista Britânica, Freemasonry and Methodism, apresentado e adotado pela Assembléia Geral da Igreja Metodista Britânica no dia 3 de julho de 1985, 21-22; citado por John Ankerberg e John Weldon, The Secret Teachings of the Masonic Lodge: A Christian Perspective (Chicago: Moody, 1990) 270. Historicamente, os Wesleys se posicionaram contra a maçonaria.
[10]Baptists and Freemasonry, 7-8.
[11]A Igreja PresbiterianaOrtodoxa (1942), Comitê para Sociedades Secretas, Christ or the Lodge? A Report on Masonry (Filadélfia: Great Commission, 1942); a Igreja Batista Regular (1962), cf Robert T. Ketcham, The Christian and the Lodge (Des Plaines, IL: Batista Regular, 1962); a Igreja Luterana "Missouri Synod" (1964), cf L. James Rongstad, How to Respond to... the Lodge (St. Louis: Concordia, 1977); a Igreja Cristã Reformada (1974) e a Igreja Presbiteriana da América (PCA, 1987). A Igreja Presbiteriana da Escócia está estudando o assunto (1992). Rissler, "Freemasonry", 341, inclui, também, os quacres, os irmãos, os menonitas, os nazarenos e os adventistas como grupos que proíbem seus membros de serem maçons - apesar de haver alguns casos no Brasil.
[12]Robert C. Broderick, ed., The Catholic Encyclopedia (ed. rev., Nashville: Thomas Nelson, 1987), "Masonry, also Freemasonry", 375.
[13]"Manoel Gomes (33°), A Maçonaria l1a História do Brasil (2a ed., Rio de Janeiro: Aurora, c. 1976) 14. Também Ricardo M. Gonçalves, "A influência da maçonaria nns independências latino-americanas", em A Revolução Francesa e seu impacto na América Latina, org. Osvaldo Coggiola (São Paulo: Nova Stella/EDUSP, 1990) 195-209.
[14]A franco-maçonaria (da França), marcada por hostilidades contra a igreja o li aristocracia, e significativamente mais raciona lista e/ou oculto-pagã em sua interpretação dll maçonaria, passou para a Itália, a Espanha e a América Latina. A maçonaria inglesa continuava mais associada às igrejas protestantes e à nobreza, disseminando-se mais para a Escandinávia e para a América do Norte. Posteriormente, houve sínteses de idéias conjuntando o conservadorismo político inglês e o misticismo francês.
[15]Quatro meses depois, ao declarar a independência, D. Pedro I, suspeitando haver um perigo político com a Maçonaria Vermelha, ordenou que as lojas fossem fechadas. Há várias histórias brasileiras maçônicas, tanto a favor quanto contra essa sociedade. Além do Gomes, Maçonaria na História do Brasil, veja Nicola Aslan, História Geral da Maçonaria (Rio de Janeiro: Aurora, 1979); A. Tenório Cava1cante,A Maçonaria e a Grandeza do Brasil (Rio de Janeiro: Aurora, 1955); José Castellani,Os maçons que fizeram a história do Brasil (2ª ed, São Paulo: Gazeta Maçônica, 1991); João Cesa, Maçonaria e Politica (Fortaleza,Jurídica, 1956); e Kloppenburg, Maçonaria no Brasil, 13-30.
[16]Citando o resumo de Univaldo Corrêa, "Apresentação", em Gomes, Maçonaria na História do Brasil, 7.
[17]Ibid., 143-148, onde são alistados mais de 40 freis, padres, bispos e cônegos que eram maçons; Samuel Nogueira Filho, Maçonaria, religião e simbolismo (São Paulo: Traço, 1984) 84-101, registra centenas de católicos (principalmente brasileiros) como maçons, incluindo os papas Benedito XIV (1742-1758) e Pio IX (que se tornou inimigo da Ordem), cardeais, arcebispos etc. - tudo isso com uma documentação escassa e, em parte, refutado por Kloppenburg, Maçonaria 110 Brasil, 264-266.
[l8]Veja David Gueiros Vieira, O Protestantismo, a Maçonaria e a Questão Religiosa no Brasil (Brasília: Ed. da Univ. de Brasília, 1980), esp. 374-377 (com uma bibliografia extensiva); Lothar C. Hoch, ed., "Protestantismo, Liberalismo e Maçonaria no Brasil no Século XIX", Estudos Teológicos 27:3 (1987) 195-279; Jean Pierre Bastian, ed., "Liberalismo, masoneria y protestantismo en America Latina en el siglo XIX", Cristianismo y Sociedad 25:2 (1987) 9-108; e Jorge Buarque Lyra (30°), A Maçonaria e o Cristianismo (3" ed., Rio de Janeiro: Tupi, 1953) 290-292.
[19] A obra principal acerca dessa questão é o livro do Pr. Jorge Buarque Lyra, Maçonaria e o Cristianismo - veja as cartas introdutórias do Pr. Gnldino Moreirn, "Uma Obra Primorosa", 9-34, e do Pr. Arnald() Cristinnni. "Terceiro Prefácio",53-64. Veja também Zilmar de Paula Barros, A Maçonaria e o Livro Sagrado (2ª ed., Rio de Janeiro, Tupi, 1953) 290-292
[20]José Moita dos Reis Pessoa. As memórias [ou As Reminiscências] do Pr. Motta: Autobiografia (São Paulo: do autor, 1991) 36-39.
[21]Paulo Florêncio e Silva, em seu livro Maçonaria: Contra ou a favor? A Bíblia responde (Vitória, ES: do autor, c. 1987), documenta experiências e opiniões de líderes batistas, presbiterianos e anglicanos (com muitas abstenções) sobre a maçonaria, concluindo que "no pensamento batista [CBB] há muita confusão, mas ainda predomina em maioriu incomparável o número daqueles que julgam a maçonaria como religião e por isso mesmo como anátema" (48); entre os Presbiterianos do Brasil e os anglicanos, "parece não existir qualquer preocupação quanto ao ser ou não ser maçom" (50). Obras evangélicas brasileiras contra a maçonaria incluem: Eduardo Carlos Pereira, A Maçonaria e a Igreja Cristã (4" ed., São Paulo: Pendão Real, s. d.); Haroldo Reimer, Maçonaria. A resposta de uma carta(Ourinhos. SP: Ed. Cristãs, s. d.); Natanael Rinaldi, "Quem disse que um cristão pode ser' maçom?" (São Paulo: do autor e do Instituto Cristão de Pesquisas, s. d.).
[22]Estatísticas sobre o número total de maçons no Brasil são difíceis. Kloppenburg, Maçonaria no Brasil, 5, estimou em 1956 cerca de 150.000 membros, um número reafirmado por Alberton, em 1983 - Benimelli, Maçonaria e Igreja Católica, 19.
[23]Marcus Achiles, o'A maçonaria no poder", Manchete 2:124 (19 de dez. de 1992) 95; e "Presidente maçom", Ano Zero 2:18 (ou!. de 1992) 51.
[24]"Maçonaria não casa com ditadura",Ano Zero 2:18 (ou!. de 1992) 45.
[25]Alphonse Cerza, Let There Be Light: A Study in Anti-Masomy (Silver Springs, MD: Masonic Servic Assoc., 1983) 1.
[26] 0 termo landmark (marco) é usado pela literatura maçônica em português.
[27]K1oppenburg, Maçonaria no Brasil, 7, usa a Constituição do Grande Oriente do Brasil como uma de suas fontes principais. Existem muitas obras detalhando os rituais e as explicações normativas, tais como William Morgan, lllustrations of Masonry: By One of the Fraternity Who Has Devoted Thirty Years to the Subject (1827; nova ed., Chicago: Charles T, Power, 1886); esse autor foi seqüestrado e morto, provavelmente por suas revelações. Vojll também Jonathan Blanchard, Scottish Rite Masonry lllustrated: The Complete Ritual of the Ancient and Accepted Scottish Rite, Profusely lllustrated by a SOl'ereign Grand CommmUhl1' (Chicago: Ezra A. Cook, 1915/1922), 2 vols.
[28]Ankerberg, Secret Teachings, 16-17. Calculando mais de 100.000 obras de literatura maçônica, ele documenta sua pesquisa com base em todas as lojas estaduais dos Hslmlo. Unidos (que consistem em 213 da população maçônica mundial). Henry Wilson Coil, (Coil’s Masonic Encyclopedia (Richmond, V A: Macoy, 1961); Joseph Fort Newton, The Builders: A Story and Study of Freemasonry (Richmond: Macoy, 1951); AJbert Gallatin Mackey, Mackey' Revised Encyclopedia of Freemasonry, ed. Robert I. Cleggs, 3 vols. (Ia ed., 1878; 2a ed., 1898; ed. rcv. Richmond: Macoy, 1966). Outros livros de importância fundamental são: Malcolm C. Duncan, Duncans Masonic Ritual and Monitor (Chicago: Charles T. Power, 1974); AJbert Pike, MoraIs and Dogma of the Ancient and Accepted Scottish Rite of Freemasonry (1" ed., 1871; Charleston, NC: Supreme Council of the Thirty-Third Degree, 1950); Robert Macoy, A Dictionmy of Freemasomy: A Compendium of Masonic History, Symbolism, Rituals, Literature, and Myth (nova ed., Nova lorque: Bell, 1989); e Alec Mellor, Dicionnaire de Ia Franc-Maçonnerie et des Francs-Maçons (Paris: Pierre Belfond, 1971).
[29] Além dos livros já mencionados, veja as diversas obras de Jorge Adoum detalhando os graus da Ordem Maçônica Escocesa, publicadas pela Editora Pensamento (São Paulo); Nicola Aslan (33°), Factos da Maçonaria Brasileira (Rio de Janeiro: Aurora, s. d.); Aslan, Grande Dicionário Enciclopédico de Maçonaria e Simbologia, 4 vols. (São Cristóvão, RJ: Aurora, 1974,1976); Joaquim Gervásio de Figueiredo (33°), Dicionário de Maçonaria (São Paulo: Pensamento, 1989), da Biblioteca Maçônica; Rizzardo da Camino (33°), Dicionário Maçônico (Rio de Janeiro: Aurora, 1990); Rizzardo, introdução à Maçonaria, 3 vols. (Rio de Janeiro: Aurora, s. d.); etc. O fato de que, na década de 50, Kloppenburg, em A Maçonaria no Brasil, 7-9, conseguiu mais de 30 dentre as principais obras da maçonaria demonstra que os ensinos dessa sociedade encontram-se acessíveis para quem quiser. O presente autor reuniu cerca de 150 obras sobre a maçonaria.
[30] Veja Jack Harris, ex-Venerável Mestre, Freemasomy: The invisible Cult in Our Midst (Towson, MD: do autor, 1983); William Schnoebelen (ex-32°), Masonry: Beyond the Light (Chino, CA: Chick, 1991); James D. Shaw, (ex-33°), e Tom C. McKenney, The Deadly Deceplion (Lafayette, LA: Huntington House, 1988); "Freemasonry: From Darkness to Light?" documentário em video (Estados Unidos: Jeremiah Films, 1991).
[31]"Maçonaria", em Ano Zero, 43. Ele continua: "... a Maçonaria nunca foi contra a Igreja, tendo em seu seio muitos irmãos católicos, inclusive eu".
[32]Aslan, Grande Dicionário, "Religião da Maçonaria", 4:951.
[33]William Alston, "Religion", Encyclopedia of Philosophy, ed. Paul Edwards (Nova Iorque: Collier/Macmillan, 1972), em Ankerberg, Secret Teachings, 37-38, 286.
[34]Ankerberg, Secret Teachings, 37-38.
[35]Mackey's Revised Encyclopedia, 2:847. Em "Creed, A Mason's, Mackey (2" ed.), 192, destaca três artigos do credo maçonico: a fé em Deus Criador; a vida eterna, da qual esta existência é somente preparatória; e a ressurreição.
[36]Rizzardo da Camino, Dicionário Maçônico, "Religião",514.
[37]Gervásio de Figueiredo, Dicionário, "Maçonaria",231, citando W. L. Wilmshurst, The Meaning of Masonry (Nova Iorque: BelI, 1980) 21.
[38]Nogueira Filho, Maçonaria, Religião e Simbolismo, 27: "Tanto a Maçonaria como a Religião são constituídas de duas partes, uma esotérica e outra exotérica, ou melhor, uma Iniciática, ou secreta, e outra profana, pública ou externa. Não se admirem, mas, Ineialmente, Maçonaria e Religião eram uma e a mesma coisa".
[39]Macoy, Dictionary of Freemasonry, 324: "As idéias de Deus, retribuição, uma vida futura - estes grandes fatos da religião - não são propriedade de qualquer seita ou partido: constituem o fundamento de todos os credos. A religião, já dissemos, é eterno e imutável". Veja Kloppenburg, Maçonaria no Brasil, 153-197, cap. 7, "Os Princípios do Liberalismo Religioso na Maçonaria Brasileira".
[40]Winston W. Watts (32°), "Seek, and ye shall find", Neli' Age Magazine 85:9 (set. De 1977) 53-54. Todas as seitas e religiões sub-cristãs fazem o mesmo.
[41]Nogueira Filho, Maçonaria, Religião e Simbolismo, 32; Mackey (2a ed.) 114.
[42]Coil's Masonic Encyclopedia, 520. Veja Mackey (2a ed.) 114; e R. Swinburne Clymer, Antiga Maçonaria Mistica Oriental. Ensinos, Regras, Leis e Atuais Costumes da Ordem (São Paulo: Pensamento, 1988) 98-99.
[43]Paula Barros, Livro Sagrado, 109. Ênfase do autor. O livro mais famoso de Barros, membro emérito do Supremo Conselho, é Painéis (Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista [JUERP], 1954).
[44]Martin L. Wagner, Freemasonry: An interpretation (s. ed, s. d.), citado em Ankerberg, Secret Teachings, 97, 294.
[45] Nicola Aslan, Comentários ao Ritual do Aprendiz-Maçam, Vade-Mécwn Iniciático (Rio de Janeiro: Ed. Maçônica, 1990) 27; e Paula Barros, Livro Sagrado, 92-94.
[46] Alguns cabalistas rejeitam as formas maçônicas e "cristianizadas" da arte mística. Cf Scholem, Kabbalah (2a ed., Nova Iorque: MeridianlPenguin, 1978), 197-200; e Erich Bischoff, A Cabala: Uma Introdução ao Misticismo Judaico e Sua Doutrina Secreta, trad. por Alvaro Cabral (Rio de Janeiro: Campos, 1992).
[47] Constituição, Regulamento Geral, 39.
[48]Desagulliers, admite-se hoje, provavelmente foi o idealizador por trás do autor Anderson. Desagulliers não era ativo como pastor. Depois de uma vida de erudição e popularidade, ele morreu insano. Há histórias contraditórias quanto a Anderson ter se tornado, ou não, deísta e unitariano.
[49] Veja E. A. Cail, The Relalionship of lhe Liberal Churches and the Fraternal Orders (Filadélfia: David McKay. 1925).
[50] Gervásio de Figueiredo, Dicionário, "Religião", 388; veja "Deus", 125-126, onde ele concorda com Pitágoras e Cícero que "Deus é a alma de todos os corpos e o espírito do Universo”. Também Aslan, Grande Dicionário, 1:322.
[51]Mackey (2ª ed.), 315.
[52] Aslan, Ritual do Aprendiz-Maçom, 219.
[53]"Coils Masonic Encyclopedia, 516.
[54]"Schnoebelen, Beyond lhe Lighl, 53-59. Veja Stephen Knight, The Brolherhood: The Explosive Exposé of the Secret World of the Freemasons (Londres: GrenadalPanther, 1983), 243; Acker, Slrange Altars, 32; Ankerberg, Secrel Teachings, 119-125; e Êx 20.7; Gn 41.45, 50, 1Rs 16.32ss.
[55]Gervásio de Figueiredo, em Dicionário, "Abbadon", 14, e "Appolyon", 46, mostra-se claro (1) em sua dt:finição dos nomes e (2) ao afirmar que estas palavras são sagradas nos ritos 17º o 46° (Rito de Mênfis) maçônicos. Schnoebelen, Beyond lhe Light, 59-62.
[56]Jorge Adoum, Do Mestre Secreto [4° grau] e Seus Mistérios (São Paulo: Pensamento, 1973) 44-51, 68-79. Seu tratado sobre a Trindade como sendo um símbolo da energia psicossomática trina conclui assim: "A palavra sagrada AUM [Om] dos orientais tem as iniciais sagradas da Trindade. A palavra AMÉM dos ocidentais encerra a mesma Trindade". Uma perspectiva evidentemente gnóstica da Trindade é encontrada no ritual oficial do 32° Grau "The Royal Secrct", Readings XXXII, (Rito Escocês, s. d.), 117-138.
[57]Pike, Morais and Dogma, 206-209, 224-229, 552s., 574: "Eis A VERDADE.IRA TRINDADE MAÇÔNICA; a ALMA UNIVERSAL; o PENSAMENTO na Alma, a PALAVRA, ou Pensamento expresso; os TRÊS EM UM, de um Ecossais Trinitário" (575; ênfases do autor).
[58]Morey, Origins and Teaching, 114-116.
[59] Mackey (2a ed.), 186-187, 271; Alva J. McClain, Freemasonry and Christianity (Winonn Lake, IN: BMH Books, 1969) 22-23.
[60] Mackey (2a ed.) 143. Itálico meu. No Brasil, esses calendários, inclusive os dos ritos nacionais, são explicados em Aslan, Grande Dicionário, 1:195-197.
[61] Rizzardo da Camino, Dicionário Maçônico, "Cristo", 179; cf Adoum, Do Mestre Segredo, 44-51.
[62] Pike, Morais and Dogma, 525. Não surpreende que Pike interprete a morte de Jesus como um martírio para o evangelho de amor (310), e que, das 9 vezes em que menciona Jesus (Zoroastro, 26 vezes), quase todas são interpretações gnósticas e pagãs, sem nenhuma verdade bíblica sobre o Redentor. Veja também Clymer, Antiga Maçonaria Mística Oriental, 94-95; e Henry Clausen (33°), Practice and Procedure for the Scottish Rite (Washington D.C. : The Supreme Council, 33° Grau, 1981) 75-77; etc.
[63] Shaw, Deadly Deception, 105-108; cf. Paula Barros, Livro Sagrado, 86.
[64] Shaw, Deadly Deception, 106-108.
[65] Os rituais da Loja Azul são divulgados e explicados em várias obras: Aslan, Ritual do Aprendiz-Maçom, 1-348, cf. 66-69; Harris, Freemasonry, 31-55. Enquanto as palavras do primeiro grau variam um pouco, a venda sobre os olhos do candidato e a interpretação do rito são essencialmente iguais.
[66] Aslan, Ritual do Aprendiz-Maçom, 164. Rizzardo da Camino, Dicionário Maçônico, "Pedra Cúbica Piramidal", 470, diz: "O Cubo desdobrando-se espontaneamente, simbolizando a crucifixão de todos os seus aspectos negativos".
[67] Paula Barros, Livro Sagrado, 106.
[68] Veja Ankcrberg, Secret Teachings, 139-154.
[69] J. S. M. Ward, Freemasonry: Its Aims and Ideais, 187, citado em Christ or the Lodge,18.
[70] Aslan, Grande Dicionário, "Regeneração", 4:944, citando diretamente, aprovação, Mackey (2" ed.), "Regeneration", 637.
[71] Rizzardo da Camino, Dicionário Maçônico, "Regeneração", 512.
[72] Pike, MoraIs and Dogma, 853-854 (itálicos meus).
[73] Gervásio de Figueiredo, Dicionário, "Deus", 124.
[74] E. A. Coil, Relationship of the Liberal Churches and the Fraternal Orders, 10-11. Como pastor unitariano, ele defende que o antigo liberalismo (séc. XIX) e a maçonaria propõem o mesmo. Veja Baptists and Freemasonry, 6; Ankerberg, Secret Teachings, 133-152; Christ or the Lodge?, 16-20; Ketcham, Chrislian and lhe Lodge, 5-12; McClain, Freemasonry and Christianity, 27-29; Rongstad, How to Respond, 16-19; e Schnoebelen, Beyond lhe Light, 75-88.
[75] Constituição, Regulamento Geral, 39.
[76] Veja John H. Hessey, Bruce H. McDonald e William F. Peltz, Masonic Burial Service. Masonic Memorial Service (Baltimore, MD: Harry S. Scott, 1960); Pike, MoraIs and Dogma, 855; Harris, Freemasonry, 134-136; Rongstad, Christ or The Lodge, 17-19. Usurpando textos bíblicos, freqüentemente cita-se Apocalipse 3.5: "O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas..." em Paula Barros, Livro Sagrado, 67.
[77] Shaw, Deadly Deceplion, 114, afirma que as cerimônicas fúnebres são essencialmente iguais às da ciência cristã.
[78] Veja Ankerberg, Secrel Teachings, 153-160.
[79] Mackey (2ª ed.), "Proselytism", 613, cf 162-163; e Rizzardo da Camino, Dicionário Maçônico, "Proselitismo", 490-491: "Somente os predestinados" entram e permanecem na Ordem.
[80] Florêncio e Silva, Maçonaria: Contra ou a favor?, 48.
[81] Veja as notas de rodapé 19 e 20; Mackey (2 "ed.), 162.163; e Gervásio de Figueiredo Dicionário, onde, entre as 20 formas de maçonaria, ele define a maçonaria evangélica assim: É a que tem por escopo propagar o Evangelho cristão por meio de simbologia maçônica ou inversamente, as verdades maçônicas revestidas de alegorias evangélicas (233).
[82] Ankerberg, Secret Teachings, 215.
[83] Knight, The Brotherhood, 243, a melhor pesquisa secular sobre a maçonaria,
[84] Ritual e Instruções do Aprendiz-Maçom do Rito Escocês Antigo e Aceito (São Paulo: Grande Oriente de São Paulo, abril de 1984) 99.
[85] Shaw, Deadly Deception, 104.
[86] William J. Whalen, Handbook of Secret Organizations (Milwaukee: Bruce, 1966) 2. Até cerca de 1900, a igreja mórmon utilizou vários ritos da maçonaria, assim como ainda hoje o fazem determinadas seitas satânicas. Veja o documentá rio em vídeo intitulado “Freemasonry: From Oarkness to Light?", op. cit.; e David John Buerger, "The Development of the Mormon Temple Endowment Ceremony", Dialogue: A Journal of Mormon Thought 20 (dez. dc 1987) 33-76, que documenta a participação de Joseph e Hyrum Smith na maçonaria. Young declarou: "Nós temos a verdadeira maçonaria" (46).
[87] Wagner, Freemasonry: An Interpretation, 142-143, citado em Ankerberg, Secret Teaching,258-259. Veja também Manly P. Hall (33°), The Lost Keys of Freemasonry or' The Secret of Hiram Abiff (Richmond, VA: Macoy, 1976) 69; e Pike, Morals and Dogma, 819: “…[o iniciado] é deliberadamente enganado por interpretaçôes falsas. A intenção não e que ele as entenda, mas sim que pense que as compreende".
[88]Sobre a perversão da democracia e da justiça pela maçonaria, veja Kloppenburg, A Maçonaria no Brasil, 242-251; Nesta H. Webster, Secret Societies and Subversive Movements, (ed. orig. 1924; nova ed. s. loc., Christian Book Club of America, s. d.): e Paul Goodman, Towards a Christian Republic: Antimasonry and the Great Transition in New Egland, 1826-1836 (Oxford: Univ. of Oxford, 1988).
[89] Morey, Origens and Teaching, 74. Morey ignora em grande parte a maçonaria francês e o cabalismo, que certamente influenciaram o pensamento desde o começo da maçonaria especulativa.
[90] lbid., 75-77; "... mais de 3.000 diferentes graus maçônicos e 800 símbolos maçônicos foram introduzidos em algum momento"(76).
[91] Pike, Morals and Dogma, 102, 321, 324, 859; Hall, Lost Keys of Masonry, 48.
[92] Pike, Morals and Dogma, 626, 745, 859.
[93] H. V. B. Voorhis, Facts for Freemasons: A Storehouse of Masonic Knowledge in Question and Answer Form (ed. rev., Richmond: Macoy, 1971) 6,227, citado em Ankerberg, Secret Teachings, 227.
[94] Henry C. Clausen, Clausen's Commentaries on Morals and Dogma (Charleston, SC: Conselho Supremo, 33° Grau, Jurisdição Meridional, 1976) 157-158, 172ss.
[95] Além dos dicionários, veja: H. P. Blavatsky, As Origens do Ritual na Igreja e na Maçonaria, trad. por Dulce do Amaral (São Paulo: Pensamento, 1991); Mario Leal Bacelar (33°), Espiritualização da Maçonaria (2a ed., Rio de Janeiro: Mandarino, s. d.), na Coleção Maçonaria Universal; R. A. Gilbert, ed., Maçonaria e Magia, trad. por Joaquim Palácios (São Paulo: Pensamento, 1990); Isabel Cooper-Oakley, Maçonaria e Misticismo Medieval, trad. por Y. S. Toledo (São Paulo: Pensamento, 1988); C. W. Leadbeater A vida oculta na maçonaria, trad. por J. Gervásio de Figueiredo (São Paulo: Pensamento, 1988), Clymer, Antiga Maçonaria mística oriental; Nogueira Filho, Maçonaria, Religião e Simbolismo. Paula Barros, Maçonaria e o Livro Sagrado; etc.
[96]Decker, Question of Freemasonry, 13-37, apesar de ser sensacionalista em sua apresentação, detalha os significados pagãos de diversos símbolos maçônicos.
[97] Baptists and Freemasonry, 7; Ankerberg, Secret Teachings, 224-230.
[98] Ankerberg, Secrel Teachings, 224-230.
[99] Knight, The Brotherhood, 244.
[100] Ibid., 242.
[101] Rosemary EIIen Guiley, Harpers Encyclopedia of Mystical and Paranormal Experience (São Francisco: Harper/CoIlins, 1991), “Freemasonry", 219.
[102] Uma das ironias mais lastimáveis é que os mesmos líderes denominacionais que recusam fraternidade e cooperação com outros irmãos evangélicos em Cristo vão à loja maçônica e confraternizam com não-cristãos de todos os tipos. Kloppenburg,A Maçonaria no Brasil, 259s., tem toda razão ao se arrepiar com as histórias sobre os elos entre evangélicos e a loja contra o inimigo católico.
[103] McClain, Freemasonry and Christianity, 32.