terça-feira, 3 de agosto de 2010

Nova bactéria mortal (já criaram o subsituto para a AIDS)



Li a notícia há dois dias no New York Times (e esta? aposto que não desconfiavam que eu lesse esses jornalecos "de referência"), escrevi um comentário e enviei a alguns amigos mais próximos do meio bilderberguiano e, realmente, estranhei não ver qualquer referência à nova bactéria na imprensa nacional, hoje ao visitar o Feio, Porco e Mau lá encontrei a notícia na versão do Correio da Manhã.
Ora bem, se eu já tinha uma opinião duvidosa acerca da comunicação social portuguesa (que me parece completamente amadoresca no campo profissional e, por contraste, profissional quando feita por amadores) a muitos tópicos, principalmente cultura e política, fiquei um pouco preocupado em notar que até em questões de saúde pública noticiam mal...
Ora bem, o CM diz o seguinte:

"Os autores do estudo (...) concluiíram que o risco não está relacionado com o da AIDS, apesar da transmissão ocorrer por via sexual."

E fecham com um apelo dum activista gay que insistia na necessidade de:

"cuidados básicos, como o uso do preservativo quando se tem relações sexuais"
Ora bem, além de ler o artigo no New York Times fui ao google (de onde retirei as imagens que ilustram este postal) e garanto-vos eu, jornalista amador, que esta bactéria NÃO se transmite pelo contacto sexual, isso queriam vocês já que desse modo seria mais fácil evitar o contágio, esta bactéria reside na pele das pessoas, transmite-se pelo contacto entre peles (um aperto de mão ou um abraço até) e mesmo pelo toque em superfícies infectadas. É uma bactéria canibal (adaptação livre de meat eating bacteria), come a carne das pessoas, certamente já viram algum filme de terror com algo semelhante.
Vem aí uma nova doença, muito mais terrível que a AIDS, preparem-se para o pior.

Encontrada bactéria que poderá matar mais que AIDS

staphylococcusaureus.jpgUm germe resistente aos remédios se propaga mais rápido do que se achava nos Estados Unidos e poderá causar mais mortes que a aids, indicou um estudo dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) publicado pela revista Journal of the Medical Association.
O micróbio, uma cepa do Staphylococcus aureus resistente aos antibióticos, causa a cada ano mais de 94 mil infecções graves e quase 19 mil mortes, segundo o estudo. Na maioria dos casos, são infecções na corrente sangüínea.
O germe, transmitido por simples contato, transforma as infecções cutâneas menores em problemas graves de saúde. Há casos de necrose, produzindo uma eliminação do tecido devido à morte celular.
A infecção pode ser resolvida rapidamente com antibióticos. Mas em alguns casos a bactéria entra nos pulmões e provoca pneumonia ou se estende aos ossos, órgãos vitais e ao sangue. Ele causa complicações que ameaçam a vida dos pacientes, explicaram fontes médicas.
“Este é um grave problema de saúde pública e deveríamos nos preocupar muito”, disse Scott Fridkin, epidemiologista dos CDC, um órgão do governo dos Estados Unidos.
O total de mais de 94 mil casos foi calculado com base numa extrapolação de dados de 2005 em nove regiões urbanas consideradas representativas. Houve 5.287 casos de infecções invasivas, que se traduziriam num total estimado de 94.360 casos em todo o país, segundo os pesquisadores.
“Esta é somente a ponta do iceberg”, disse Elizabeth Bancroft, epidemiologista do Departamento de Saúde Pública de Los Angeles, num editorial que acompanha o relatório.
Bancroft acrescentou que se todas as infecções estiverem vinculadas ao Staphylococcus aureus, o total superaria as mortes provocadas pelo vírus da aids, que em 2005 matou 17.011 pessoas.

Fonte: Terra

Bactéria ataca comunidade gay nos EUA


Sábado, 28 de novembro de 2009
Estudo sobre nova linhagem de micróbio resistente a antibióticos aponta núcleo de surto em bairro de San Francisco. Patógeno, comum em infecção hospitalar, cresce no ambiente exterior; risco para homossexual aumenta 13 vezes, diz pesquisador
Uma linhagem de bactéria potencialmente letal -e resistente a antibióticos- atravessou as fronteiras de hospitais nos EUA e está sendo transmitida entre homens gays pelo sexo, afirma estudo publicado anteontem (14/1).
Os autores da pesquisa dizem que o patógeno conhecido como Sarm (Staphylococcus aureus resistente à meticilina), em geral restrito a casos de infecção hospitalar, está começando a aparecer fora dos ambientes clínicos em San Francisco e Boston.
“Uma vez que ela atingir a população geral, será mesmo irrefreável”, diz Binh Diep, pesquisador da Universidade da Califórnia em San Francisco que liderou o estudo. “Tentamos divulgar a mensagem de prevenção.” O trabalho de Diep, publicado na revista “Annals of Internal Medicine”, diz que o risco de infecção para homens gays cresce 13 vezes em relação ao risco para heterossexuais.
O estudo foi baseado no rastreamento de uma linhagem de S. aureus surgida por volta de 2000, identificada pela sigla USA300. A bactéria se espalha de forma rápida nas comunidades gays de San Francisco e Boston. “Achamos que ela se dissemina por meio de atividade sexual”, afirma Diep.
Ao colher dados para o estudo, cientistas registraram os CEPs dos pacientes infectados, e o trabalho aponta que muitos habitam o bairro de Castro, em San Francisco, que tem uma grande comunidade gay.
Esse supermicróbio pode causar infecções mortais ou deixar cicatrizes profundas. Com freqüência, só um tratamento com antibióticos intravenosos caros é eficaz.
O Sarm matou cerca de 19 mil norte-americanos em 2005, a maioria deles em hospitais, segundo uma estimativa publicada em outubro na revista médica “Jama”. O Brasil também tem infecções registradas da bactéria, mas não da linhagem USA300.
Cerca de 30% das pessoas em geral são portadoras de linhagens mais comuns de S. aureus. Elas podem ser transmitidas pelo toque direto ou por meio de objetos. A bactéria pode causar infecções mais grave se penetrar o corpo por feridas.
A maioria das pessoas portadoras de S. aureus leva a bactéria dentro do nariz, mas variedades do patógeno associadas a comunidades de pessoas infectadas podem viver também na região do ânus e serem passadas entre parceiros sexuais.
A incidência de Sarm nos EUA está aumentando ao lado de um ressurgimento de sífilis, gonorréia e novas infecções de HIV, parcialmente por causa de uma descrença sobre a gravidade do HIV e de um aumento dos comportamentos de risco, como o uso de drogas ilícitas e a prática de sexo abrasivo para a pele, escreve Diep.
“A probabilidade de alguém contrair cada uma dessas doenças aumenta com o número de parceiro sexuais”, diz o cientista. “Provavelmente, o mesmo pode ser dito para a Sarm.” O risco de infecção pela bactéria, porém, “parece ser independente de infecção por HIV”, escreveram os cientistas.
Infecções por S. aureus costumam deixar pontos vermelhos nas áreas da pele atingidas. Se não forem tratadas, podem inchar. A melhor maneira de evitar a infeção é lavar mãos e genitália com sabão e água.
Segundo os pesquisadores, apesar de a Sarm encontrada em hospitais ser resistente a várias drogas, no caso da linhagem USA300 alguns antibióticos genéricos de tipos mais antigos ainda são capazes de controlar infecções menos complicadas de pele e mucosas.
“Contudo, o crescente uso desses antimicrobianos pode levar ao surgimento de novos subclones [variantes] de Sarm associados a comunidades que são resistentes a muitas drogas”, escrevem os cientistas.
(Folha de SP, 16/1)
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=53720
NOTICIA de 2008
Bactéria mortal está atingindo gays nos EUA
15 de janeiro de 2008 • 12h29 •
A variante de uma bactéria que pode levar à morte estaria se espalhando rapidamente entre a comunidade gay das cidades de São Francisco e Boston, nos Estados Unidos.
De acordo com um estudo publicado na revista especializada Annals of Internal Medicine, a nova forma da bactéria MRSA, conhecida como MRSA USA300 é altamente resistente a medicamentos e é transmitida por meio de sexo anal, pelo contato da pele ou com superfícies contaminadas.
Os especialistas fizeram um levantamento da incidência da doença em diferentes áreas das cidades de São Francisco e Boston com base em registros hospitalares, mas não informaram o número exato de contaminados até agora.
A equipe de pesquisadores descobriu que no distrito de Castro, em São Francisco, – que teria uma das maiores concentrações de homossexuais dos Estados Unidos – um em cada 588 residentes estaria infectado com a bactéria. Em outras áreas da cidade, essa proporção seria de um para cada 3.800.
Uma outra parte do estudo ainda indicou que os homossexuais moradores de São Francisco teriam 13 vezes mais chances de contrair a doença do que outros residentes da cidade.
Necrose
A infecção pode causar úlceras na pele, necrose dos tecidos, atacar órgãos como pulmão e o coração e se espalhar facilmente pela corrente sangüínea.
Entre a comunidade gay, a doença teria se proliferado pelo contato da pele, causando abscessos e infecções nas nádegas e nos órgãos genitais. Os especialistas aconselham esfregar o corpo com água e sabão após as relações sexuais para evitar que a bactéria se espalhe.
De acordo com o jornal americano The New York Times, 19 mil pessoas morreram nos EUA em 2005 em decorrênica de doenças causadas pela MRSA (Estafilococos Aureus resistente à meticilina, MRSA, na sigla em inglês).
No passado, a bactéria era comum apenas em infecções hospitalares, mas recentemente também tem sido contraída por pessoas saudáveis fora dos hospitais.
Além de ser resistente à meticilina, a MRSA USA300 também não é facilmente combatida por outros antibióticos utilizados para tratar outras variantes da bactéria.
Os especialistas advertem que a menos que laboratórios de microbiologia identifiquem o tratamento adequado para nova bactéria, “a infecção poderá se espalhar rapidamente e se tornar uma ameaça nacional”.
BBC Brasil – BBC BRASIL.com -
VER TAMBÉM:
Sida: Portugal encabeça lista de novos casos na Europa
Portugal é o país da Europa Ocidental e Central com mais novos casos de infecção pelo HIV/Sida, segundo o relatório anual da ONUSida e da Organização Mundial de Saúde sobre a evolução da doença no mundo. O relatório refere que na América do Norte e na Europa central e ocidental a epidemia está mais concentrada nas populações de risco mais elevado, nomeadamente em homens que têm sexo com homens, utilizadores de drogas injectáveis e imigrantes.
Nestas regiões, o número mais elevado de novas infecções por HIV encontra-se nos Estados Unidos e Portugal.

Bactéria resistente dissemina-se entre gays, diz estudo dos EUA




Por Amanda Beck
SAN FRANCISCO, EUA (Reuters) - Um tipo resistente e mortal de bactéria conseguiu ultrapassar as fronteiras dos hospitais norte-americanos e passou a ser transmitido em relações sexuais mantidas por homens gays, afirmaram pesquisadores na segunda-feira.
Segundo os cientistas, a bactéria "Staphylococcus aureus", ou MRSA (sigla em inglês para Staphylococcus aureus resistente à meticilina), começou a aparecer fora de hospitais nas cidades de San Francisco, Boston, Nova York e Los Angeles.
Os homens gays sexualmente ativos de San Francisco correm um risco 13 vezes maior de serem contaminados do que seus pares heterossexuais, disseram os pesquisadores na revista Annals of Internal Medicine.
"Quando isso atingir a população em geral, estaremos diante de uma doença realmente impossível de ser controlada", afirmou Binh Diep, pesquisador da Universidade da Califórnia em San Francisco, que comandou o estudo. "É por isso que estamos tentando divulgar a mensagem da prevenção."
Segundo análises químicas, a bactéria espalha-se entre as comunidades gays de San Francisco e de Boston.
"Acreditamos que ela esteja se disseminando por meio da atividade sexual", afirmou Diep.
Essa superbactéria pode provocar infecções mortais ou desfiguradoras. E o tratamento contra ela passa muitas vezes pela utilização de antibióticos caros administrados na veia.
Em 2005, o MRSA matou cerca de 19 mil norte-americanos, a maior parte deles em hospitais, segundo um artigo publicado em outubro na revista Journal of the American Medical Association.
Cerca de 30 por cento das pessoas são portadoras de Staphylococcus comuns. A bactéria pode ser transmitida por meio do contato entre duas pessoas ou ao depositar-se sobre superfícies e objetos.
O Staphylococcus pode provocar infecções profundas na epiderme e pode penetrar no organismo por meio de uma ferida, por exemplo.
As pessoas portadoras da bactéria costumam apresentá-la no nariz, mas o MRSA pode viver também na região do ânus e ser transmitido por meio da relação sexual.
A incidência do MRSA está aumentando junto com o ressurgimento da sífilis, da gonorréia retal e de novos casos de contaminação pelo HIV em parte por causa da eficiência dos tratamentos contra a Aids e do aumento de comportamentos de risco, tais como consumir drogas injetáveis e ter relações sexuais que provocam esfolamento da pele, escreveu a equipe de Diep.
"A probabilidade de alguém contrair qualquer uma dessas doenças cresce com o número de parceiros sexuais que se tem", afirmou Diep. "O mesmo pode ser dito a respeito do MRSA, provavelmente."
A contaminação pela bactéria costuma manifestar-se por meio de erupções vermelhas na pele. Se não forem tratadas, a áreas podem inchar e se encher de pus.
A melhor forma de evitar a contaminação é lavar as mãos e a área genital com água e sabonete, disse Diep.
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Ibaté, São Paulo, Brazil
Eu sou cristão protestante da Igreja Presbiteriana Independente de Ibaté, cidade onde cresci e vivo atualmente... Não me considero um religioso, penso que só a religião em si não tem o poder de salvar a alma de ninguém nem transformar uma pessoa corrompida em um cidadão de bem... A religião nada mais é do que uma das instituições que em conjunto formam a sociedade.Assim como a família, a escola, o club,etc... Nada mais servem do que para nos moldar conforme o padrão que a sociedade requer, para que assim possamos viver de forma ''civilizada''... Uma escravidão a qual somos submetidos ao fazer parte da sociedade pois esta é englobada em um sistema rígido, manipulador e opressor... Não sou perfeito como nínguém é, mas apenas tento dar a minha colaboração a essa pobre gente como eu,(a grande massa), que já está tanto cansada de lutar e enfrentar tantas mentiras... Sou apenas mais um louco idealista neste mundo capitalista.