terça-feira, 31 de agosto de 2010

VEJA O QUE OS JUDEOS PENSAM DA RELIGIÃO CRISTÃ E TIRE AS SUAS CONCLUSÕES...

“NOVO TESTAMENTO” UM TRATADO ROMANO DE MENTIRAS

Por Yossef Davah Ben Yisrael

A aproximadamente dois mil e dez anos nasci um homem que desde a infância é fascinado pelas Leis do Eterno e pela historia do seu povo que lhes eram ensinadas pelos seus pais, seu nome? Yeshua, um nome por sinal bastante comum entre os yisraelitas daquela época, ele cresceu e pregou essas Leis ao seu povo assumindo uma postura de Navi (profeta), muitos admiravam suas palavras outros porem as odiavam, pois elas revelavam o estado deplorável de afastamento em que o povo de Yisrael se encontrava totalmente amigado com Roma, coisa que o Eterno condenou. Yeshua morreu por amor a Torá, por não rejeitá-la e deixou saudades aos seus seguidores. Sua historia foi narrada pelos seus discípulos e passada nos Ketuvim (escritos), porem Roma transforma a bela historia desse homem no maior engano de todos os tempos, muito maior do que se pensa, foi ela, a igreja católica, quem adulterou os Ketuvim, transformando Yeshua em uma deidade, em um símbolo pagão de idolatria. É isso que veremos através desse pequeno compêndio histórico.
Desejo que a mão de Elohim nos conduza às nossas verdadeiras raízes, nos tornando assim verdadeiros Avrahamitas.


1. O que os yisraelitas da época pensavam de Yeshua?

Mateus 16, 13-14: “Tendo chegado à região de Cesaréia de Filipe, Yeshua perguntou aos discípulos: Quem dizem por ai as pessoas que é o filho do homem?” Responderam: “Umas dizem que é Yochanan Batista, outras que é Eliahu, outras enfim, que é Yemiahu ou alguns dos profetas”.
Mateus 26, 67-68: “Então, cuspiram no seu rosto e cobriram-no de socos. Outros lhe davam bordoadas. E lhe diziam: "Mostra que és profeta, ó Mashiach, advinha quem foi que te bateu? "
João 4:19: "Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta."
João 7, 40-41: “Muitos daquela gente que tinham ouvido essas palavras de Yeshua afirmavam: "Verdadeiramente ele é o profeta”.
João 9, 17: “Perguntaram ainda ao cego: "Qual é a tua opinião a respeito de quem abriu os olhos?" Respondeu: "É um profeta".

2. Como os discípulos viam Yeshua?

Lucas 24, 19 “Yeshua de Nazaré foi um profeta, poderoso em obras e palavras diante de Elohim e do povo".
Atos 2, 22: “Homens de Israel, escutai o que digo: "Yeshua de Nazaré foi o homem credenciado por Elohim junto a nós com poderes extraordinários, milagres e prodígios. Bem sabeis as coisas que Elohim realizou através dele no meio de vós. "


3. Como Yeshua se intitulava?

Lucas 13, 33: “Entretanto devo continuar meu caminho hoje, amanhã e no dia seguinte, porque não convém que um profeta morra fora de Jerusalém".
João 8, 40: “Procurais tirar-me a vida a mim que sou homem, que vos digo a verdade que de Elohim ouvi".
Marcos 6, 4-5: “Mas Yeshua lhes dizia:" Um profeta só deixa de ser honrado em sua pátria, em sua casa e entre seus parentes. “E não podia ali fazer milagre algum”. (Argumento que utilizou para justificar porque Ele não conseguia fazer milagres em Nazaré).

Observamos, assim, que o povo e os seus discípulos acreditavam que Yeshua era um profeta, e o próprio Yeshua confirmava isso.

João 4, 34: “Yeshua afirmou: "Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou a levar a cabo a sua obra".
João 5, 19: “Eu vos afirmo e esta é a verdade: o Filho nada pode fazer por si mesmo, a não ser o que vê o Pai fazer".
João 5, 30: “Não posso fazer nada por mim mesmo. Julgo segundo o que ouço; e o meu julgamento é justo, porque não procuro a minha vontade, mas a vontade daquele que me
enviou". (a Torá)


Foi, em 325, no concilio de Nicéia. Que Yeshua e declarado pela primeira vez deus, isso para introduzir o dogma da Santíssima Trindade nos Ketuvim. Veja de onde a igreja católica mãe do cristianismo copiou essa malignidade pagã. Achamos muito interessante o estudo do Dr. Paul Gibier (O Espiritismo – o faquirismo ocidental) em que ele coloca: “Uma das analogias mais notáveis do catolicismo, não com o Budismo, mas com Bramanismo, encontra-se em uma das encarnações de Vischnu (filho de Deus) sob a forma de Krischna. Krischna, que alguns autores escreviam Christna ou Kristna, foi concebido “sem pecado”, seu nascimento foi anunciado por profecias numerosas e muito antigas. Sua mãe Devanaguy, o concebeu por obra de um Espírito, que lhe apareceu sob os traços de Vischnu, segunda pessoa da trindade Hindu. Segundo a tradição Hindu e o “Bhagavedagita”, anunciando uma profecia que ele destronaria seu tio, o tirano de Madura, este último mandou encarcerar sua sobrinha Devanaguy, que foi libertada por Vischnu; então o tirano mandou assassinar em todos os seus estados as crianças do sexo masculino nascidas na mesma noite em que Krischna viu a luz (grifo do original). Mas o menino foi salvo por milagre, e, 3500 anos mais ou menos antes de nossa era, ele pregava a sua doutrina. Depois de converter os homens, morreu de morte violenta as margens do Ganges, segundo ordens de Brahma (Deus, o Pai), para realizar a redenção dos homens, como lhes fora prometido.” Parece que tudo se encaixa na tradição cristã a respeito de Yeshua.

Bibliografia:

Novo Testamento, LEB – Edições Loyola, São Paulo, SP, 1984.
O Espiritismo (o faquirismo ocidental), Dr. Paul Gibier, FEB, Brasília, DF, 4ª Edição, 1990.


4. Quando começou a adulteração?

A admissão exclusiva dos quatro Evangelhos hoje aceitos se deu no século IV, no ano de 325 d.C., por ocasião do Concílio de Nicéia e depois referenciado em 363 d.C., no de Laodicéia, como nos é contado por Hollbach, no prólogo de sua ”História Crítica de Jesus Cristo”.

Concílio de Cartago

O Concílio de Cartago III foi um concílio regional que ocorreu em 397 d.C., onde ficou determinado a aceitação dos vinte e sete livros do “Novo Testamento”.
O Concílio de Cartago IV, outro concílio regional ocorrido em 419 d.C, estabelece o mesmo cânon bíblico reconhecido futuramente no Concílio de Trento, hoje aplicado pela Igreja Católica Apostólica Romana, com referência a dois livros de Esdras, que seriam os mesmos da Vulgata, os quais existiam outrora reunidos e já tinham sido divididos até aquela época, conforme o testemunho de Santo Atanásio (296-373), na Epístola XXXIX,4.

O concílio de Cartago IV descreve:

"Parece-nos bom que, fora das Escrituras canônicas, nada deva ser lido na Igreja sob o nome 'Divinas Escrituras'. E as Escrituras canônicas são as seguintes: Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, quatro livros dos Reinos, dois livros dos Paralipômenos, Jó, Saltério de Davi, cinco livros de Salomão, doze livros dos Profetas, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel, Tobias, Judite, Ester, dois livros de Esdras e dois [livros] dos Macabeus. E do Novo Testamento: quatro livros dos Evangelhos, um [livro de] Atos dos Apóstolos, treze epístolas de Paulo, uma do mesmo aos Hebreus, duas de Pedro, três de João, uma de Tiago, uma de Judas e o Apocalipse de João. Isto se fará saber também ao nosso santo irmão e sacerdote, Bonifácio, bispo da cidade de Roma, ou a outros bispos daquela região, para que este cânon seja confirmado, pois foi isto que recebemos dos Padres como lícito para ler na Igreja" [Concílio de Cartago IV (419)].


Veja abaixo algumas das trindades mais conhecidas e adoradas pela humanidade através dos tempos:

ÍNDIA - BRAHMA, VISHNU e SHIVA.
EGITO - OSÍRIS, ÍSIS e HÓROS.
CHINA - BRAHMA, SHIVA e BUDA.
PÉRSIA - OZMUD, ARIHMAN e MITRA.
GERMÂNIA - VOTAM, FRIGA e DINAR.
GRÉCIA - ZEUS, DEMÉTER e DIONISIUS.
CANAAM - BAAL, ASTARTÈ e ADONIS.
UMBANDA - IAMBY (ZAMBY), YEMANJÁ e ORIXALÁ (ou OXALÁ).
BABILÔNIA - EA, ISTAR e TAMUZ.
CELTAS -VOLTAN, FRIGA e DINAS.
ROMANA CRISTÃ - PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO



O CREDO DE ATANÁSIO

É no Credo ou Símbolo de Atanásio que se define finalmente a Trindade. Conforme deve lembrar-se, Atanásio foi o jovem arcediago que se destacou em apoiar os conceitos apresentados no Credo de Nicéia. Foi também ele quem compôs este credo que leva seu nome? Foi isto o que se acreditou por séculos, mas, por fim, provou-se definitivamente que não é verdade.
The Faith of Christendom observa, na página 61: “A atribuição do Credo a Atanásio foi exposta no século dezessete pelo erudito holandês G. J. Voss. Argumentou-se, à base de evidência interna, que o documento pode datar do período entre 381 e 428 A. D.” No entanto, não existe nenhuma evidência certa para uma data tão antiga para o credo. De fato, até centenas de anos depois, não existe nenhuma referência a ele na forma completa! John J. Moment, no seu livro sobre os credos, declara por isso decididamente: “Atanásio já estava morto por quinhentos anos quando apareceu.” (We Believe, página 118)

Veja como o Credo Atanasiano define a Trindade:
“. . . que adoremos um só Deus em Trindade e a Trindade na Unidade, nem confundindo as Pessoas, nem separando a Substância. Na verdade, uma é a Pessoa do Pai, outra a do Filho, outra a do Espírito Santo; mas uma só é a Divindade do Pai, do Filho e do Espírito Santo; igual a glória, coeterna a majestade. Qual é o Pai, tal o Filho, tal o Espírito Santo. Incriado é o Pai, incriado o Filho, incriado o Espírito Santo. Imenso é o Pai, imenso o Filho, imenso o Espírito Santo. Eterno é o Pai, eterno o Filho, eterno o Espírito Santo. E, no entanto, não (há) três eternos, mas um só Eterno; assim como não (há) três incriados, nem três imensos, mas um só incriado e um só imenso. Igualmente onipotente é o Pai, onipotente o Filho, onipotente o Espírito Santo; e, no entanto, não (há) três onipotentes, mas um só é o Onipotente. Assim, o Pai é Deus, o Filho é Deus, o Espírito Santo é Deus; e, no entanto, não são três deuses, mas Deus é um só. Assim, o Pai é Senhor, o Filho é Senhor, o Espírito Santo é Senhor; e, no entanto, não são três senhores, mas um só é o Senhor. Pelo que, assim como somos obrigados, na verdade cristã, a confessar cada uma Pessoa, singularmente, como Deus e Senhor, assim nos é proibido, pela religião católica, dizer três Deuses ou três Senhores. O Pai por ninguém foi feito, nem criado, nem gerado. O Filho só pelo Pai foi: não feito, nem criado, mas gerado. O Espírito Santo, pelo Pai e pelo Filho: não foi feito, nem criado, nem gerado, mas deles procede. Um só, portanto, é o Pai; não três Pais; um só, o Filho; não três Filhos; um só, o Espírito Santo; não três Espíritos Santos. E nesta Trindade nada é primeiro ou posterior; nada maior ou menor; mas todas as três Pessoas são a si coeternas e coiguais. Portanto, por tudo, assim como acima já foi dito, deve ser adorada a Unidade na Trindade e a Trindade na Unidade. Portanto, quem quiser se salvar, assim sinta (pense) da Trindade. . . .”

Portanto, a doutrina da Trindade foi finalmente formulada a muitas centenas de anos após a morte de Yeshua Há-Mashiach. Nas palavras do teólogo N. Leroy Norquist, os homens “experimentaram palavras, afiaram frases, até que definiram a relação das três ‘pessoas’ da Trindade de tal modo, que finalmente podiam dizer: ‘A menos que creia nisso, não é um verdadeiro crente. ’” Assim se formulou, portanto, o conceito sobre deus adotado agora na maioria das igrejas. Os credos, conforme aparecem neste artigo são citados da Exposição da Doutrina Católica, por Cyro Nunes Ferreira, 1ª edição, Edições Paulinas.


6. Vamos analisar alguns textos da Torá e do próprio Ketuvim:

(Êxodo 20 : 3
Deuteronômio 5 : 7
Deuteronômio 6 : 4
Deuteronômio 6 : 14
Deuteronômio 8 : 19
Deuteronômio 11 : 16
Isaías 44 : 6
Marcos 12:28-29
Tiago 2:19
João 4:23-24
Efésios 4:6
João 20:1
I Timóteo 6 : 16
I Timóteo 1 : 17
Judas 1 : 25)

Observe que o Shemá declara que Yá é o ÚNICO Elohim.

7. Conclusão


Os Ketuvim nunca foram utilizados como livros de fé pelo povo de Yisrael e nem deve ser usado por nós, descendentes de Yisrael, principalmente depois que a igreja católica deturpou suas palavras. observe o que Shaul (Paulo) declara:

ATOS 24 - Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Elohim de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na Torá e nos profetas.


Que a Shalom de Elohim seja derramada sobre vós!

A origem da trindade cristã!

A origem da trindade cristã!
Dos principais deuses adorados pelos egípcios, podemos destacar a trindade Egípcia composta de Osíris, Ísis, Horus, mostrada acima. Na qual três pessoas formavam um único deus composto, e que Osíris é deus, Isis é deus e Horus é deus. Essa foi à mãe de todas as trindades, (e ao mesmo tempo, uma adaptação da trindade deus supremo de babel = Ninrode - Semíramis - Tamuz) que vieram a se espalhar pelo mundo. A igreja católica tomou esse conceito pagão de idolatria e inseriu em seu rito cristão no ano de 323 depois da era comum. Esse conceito é totalmente contrario ao Eterno, que se revela como o ÚNICO. (Deuteronômio 6:4 – Ouve, Israel, o Eterno nosso Elohim é o único Adonay.)
 


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Ibaté, São Paulo, Brazil
Eu sou cristão protestante da Igreja Presbiteriana Independente de Ibaté, cidade onde cresci e vivo atualmente... Não me considero um religioso, penso que só a religião em si não tem o poder de salvar a alma de ninguém nem transformar uma pessoa corrompida em um cidadão de bem... A religião nada mais é do que uma das instituições que em conjunto formam a sociedade.Assim como a família, a escola, o club,etc... Nada mais servem do que para nos moldar conforme o padrão que a sociedade requer, para que assim possamos viver de forma ''civilizada''... Uma escravidão a qual somos submetidos ao fazer parte da sociedade pois esta é englobada em um sistema rígido, manipulador e opressor... Não sou perfeito como nínguém é, mas apenas tento dar a minha colaboração a essa pobre gente como eu,(a grande massa), que já está tanto cansada de lutar e enfrentar tantas mentiras... Sou apenas mais um louco idealista neste mundo capitalista.